Projetos

Meio Ambiente

Ampliação e Otimização da ETE/DAIA

A ETE atual encontra-se na capacidade máxima de operação para carga orgânica considerada (afluente à ETE). Desta forma, foi elaborado um projeto, com uma nova concepção, para vazão atual e futura (projeção para 20 anos). Hoje a estação opera com uma vazão média de 160-170m³/h e a nova planta atingirá 300m³/h com sistema de equalização e regularização de vazão.  O afluente a ser tratado é de origem mista (industrial + sanitário), oriundo de várias fontes de atividade, o que determina a concepção do tratamento que foi adotado. O sistema adotado levou em consideração a capacidade de autodepuração do corpo receptor, constituído das seguintes unidades operacionais: tratamento preliminar: constituído pelo gradeamento, desarenadores e tanque de homogeneização/equalização; tratamento primário: formado pelo flotador primário, classificador de óleos e graxas e adensador primário; tratamento secundário: é composto pelo reator biológico aerado e decantador secundário; tratamento terciário: constituído pelo flotador terciário, sistema de pressurização (bombas de elevação) e sistema de filtros de areia pressurizados; tratamento do lodo: este sistema é formado pelo adensador primário e adensadores secundários, leitos de secagem, centrífuga e casa de química; sistema de by-pass em toda estação está previsto desvios hidráulicos para manutenção das unidades e/ou adequações operacionais. A eficiência do sistema no terciário será acima de 99%, com previsão de reuso indireto de água (lançamento no corpo hídrico), considerando a qualidade atual do corpo hídrico receptor. O projeto está previsto para ser executado em 360 dias, a partir da ordem de serviços, após todos os procedimentos licitatórios. 

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